Rosé, o vinho do prazer

As mulheres adoram. Homens ainda torcem o nariz. Mas começam a ceder. Apesar de ser um vinho ainda polêmico, o rosé começa a frequentar mais os copos, principalmente no verão catarinense e brasileiro.

Os vinhos rosés são elaborados por um processo misto. Começam a ser feitos como tintos, com um rápido contato das peles das uvas com o mosto, para chegar à cor rosada. Retiradas as cascas, a vinificação continua e termina como se fossem brancos, para garantir o frescor.

E essa é a principal característica dos vinhos rosés: frescor.

Na Provence, pátria-mãe dos vinhos rosés, eles são chamados de vin de plaisir ou vinhos do prazer. A cor é normalmente cobreada. Os aromas remetem a frutas e flores, às vezes a notas de especiarias. O paladar é fresco e frutado, delicado.

Outros países europeus produzem também vinhos rosés, geralmente mais intensos na cor. Vinhos que convidam ao happy-hour, à desconcentração e também à mesa, por que não?

Os rosés são muito versáteis à mesa. Eles acompanham pratos do mar, spaghetti aos frutos do mar, paella, saladas, legumes, carnes brancas e carne suína. São parceiros da cozinha oriental e de pratos mais condimentados, com especiarias e um toque picante.

A seguir, duas sugestões de vinhos rosés comercializados pela Santa Adega.

Emotion 2015 – Famille Pinot – Mediterranée IGP – França
Uvas Syrah, Grenache e Cinsault. Cor rosa cobreado, casca de cebola, límpida, luminosa. Aromas cítricos e de pequenas frutas vermelhas, morango, framboesa. Sutil toque floral. Boca com gostoso frescor, macio, corpo leve e agradável.

 

 

 

 

Suzin Rosé 2013 – Vinícola Suzin – São Joaquim – SC – Brasil
Merlot e Cabernet Sauvignon – Cor rosa cobreado, luminoso. Aromas de frutas vermelhas frescas, morango, framboesa, cítricos. Paladar fresco, boa acidez, frutado e cítrico.

 

 

 

 

 

Texto: João Lombardo

Relacionados

Deixe um comentário

Seu email não será publicado.